InícioMúsicaKaren Silva aposta no afrobeat e lança novo single “Não adianta ligar”

Karen Silva aposta no afrobeat e lança novo single “Não adianta ligar”

Publicado em

Já está disponível nas plataformas digitais o mais recente single da cantora volta-redondense Karen Silva, ex-participante do programa da Rede Globo The Voice Kids. “Não adianta ligar” foi lançado no último dia 26 de agosto e, em menos de uma semana, já é sucesso entre os fãs, que têm a letra na ponta da língua. No Youtube, o clipe da música também já foi acessado por mais de quatro mil internautas.

Segundo a mãe, e também produtora de Karen, Manoella Virotte, “Não adianta ligar” foi 100% feita pela cantora. “Inclusive ajudando na produção musical, ela fez letra e melodia. É uma música que tem uma comunicação própria para a idade, um diálogo com os adolescentes. Fala de ligações e mensagens de celular de uma maneira leve e tranquila dentro da idade”, detalha Manoella.

O hit foi produzido em parceria com o beatmaker John, que criou o beat especialmente para a jovem cantora. “Essa música marca o início da Karen fazendo um som que ela curte muito ouvir, que é o afrobeat. É a mistura de um ‘love song’ inserindo algumas notas desse ritmo”.

O clipe

“Não adianta ligar” conta com um vídeo clipe gravado em Volta Redonda, tendo como cenário locais popularmente conhecidos entre os moradores, como o shopping Park Sul e a Ilha São João. Para o elenco, Karen fez questão da presença do seu ballet, além de uma galera que a apoia nas redes sociais. “Ficou muito interessante e vale a pena conferir”, garante a mãe.

Já a artista conta que o hit representa o início de um novo ciclo em sua vida. “Estou passando por um momento de transição na minha carreira, agora tenho 15 anos e hoje me sinto muito mais confortável para lançar músicas mais maduras. Essa música fala sobre relacionamento. Quem nunca não quis deixar de atender uma pessoa que te ignorou?”, brinca Karen Silva, que ainda acrescenta: “Um detalhe muito especial dessa música é que eu inseri o afrobeat, que é um ritmo que amo escutar. Além disso, tive a honra de ser produzida pelo John, que é um beatmaker brabo, com quem há muito tempo eu queria trabalhar e só agora tive essa oportunidade. O clipe tem muita cor, muitos looks maneiros e aposto que todos vão gostar”, conclui.

Shows

Recentemente, Karen Silva lotou o Black Jack Pub, no bairro Aterrado, onde apresentou um show de lançamento para uma série de eventos que pretende realizar nesta nova etapa de sua carreira. No repertório, músicas de sua autoria, como Preta, além de clássicos da MPB e hits de Glória Groove, Ludmilla e da cantora Iza, de quem se declara fã, animaram o público presente. A banda, recém-formada, e os bailarinos cumpriram a missão de abrilhantar ainda mais a apresentação de Karen.

Sobre Karen

Destaque na edição 2020 do The Voice Kids, da Rede Globo, Karen Silva, então com 12 anos de idade, conquistou a confiança do técnico Carlinhos Brown, que integrou a jovem cantora à sua equipe. Karen passou por várias etapas do reality global e chegou à semifinal, se destacando entre milhares de crianças e adolescentes inscritos no programa.

Moradora de Volta Redonda, no Sul do Estado do Rio de Janeiro, hoje Karen está focada na consolidação de sua carreira. Compositora e cantora, acumula mais de 16 mil seguidores só no Instagram e já tem diversos fã-clubes, incluindo um criado em Angola.

Dona de uma personalidade forte e marcante, Karen Silva tem um posicionamento enfático na bandeira pelo empoderamento das mulheres negras. Sonha, além da música, ser instrumento de luta pelo fim do preconceito. E aborda, em um de seus singles, “Preta”, sobre o orgulho, a diversidade e a valorização estética dos cabelos e da beleza negra. A composição é uma parceria com o cantor Gaboardi. Só no YouTube, o clipe já conta com quase 20 mil visualizações e dezenas de comentários positivos sobre a letra.

Últimos Artigos

INPI bate recorde com mais de 504 mil pedidos de marca em 2025 e encontrar um nome livre vira o novo desafio do empreendedor

Com 48% dos depósitos vindos de MEIs e pequenos negócios, a proteção de marca deixou de ser pauta de grande corporação. O efeito colateral do recorde: a cada dia fica mais difícil encontrar uma denominação disponível, e quem adia o registro corre risco real.

De Itaquera ao registro de marcas: como André de Almeida transformou um problema que via nos clientes em negócio próprio

Administrador de carreira na contabilidade, ele percebeu empresas perdendo marcas por falta de registro, estudou o tema, registrou a própria marca e replicou o modelo até virar operação. Em 2026, deixou a gerência para tocar a Estartar em tempo integral.

Gestão Autônoma de Serviços: o conceito que a Belasis usa para combater a ociosidade no setor de beleza

Em um mercado que movimenta US$ 27 bilhões no Brasil, a empresa estrutura uma arquitetura nativa que unifica ERP, CRM e inteligência artificial. A tese: ociosidade e fragmentação tecnológica são os dois maiores vilões da margem dos salões.

IA no consórcio: a vantagem que se acumula até virar abismo operacional

Para Eduardo Pacheco, fundador da XCONPRO, a inteligência artificial deixou de ser pauta de inovação para virar questão operacional. A tese, apresentada por ele no São Paulo Innovation Week, ganha força em meio à expansão histórica do setor.

TALVEZ VOCÊ GOSTE

INPI bate recorde com mais de 504 mil pedidos de marca em 2025 e encontrar um nome livre vira o novo desafio do empreendedor

Com 48% dos depósitos vindos de MEIs e pequenos negócios, a proteção de marca deixou de ser pauta de grande corporação. O efeito colateral do recorde: a cada dia fica mais difícil encontrar uma denominação disponível, e quem adia o registro corre risco real.

De Itaquera ao registro de marcas: como André de Almeida transformou um problema que via nos clientes em negócio próprio

Administrador de carreira na contabilidade, ele percebeu empresas perdendo marcas por falta de registro, estudou o tema, registrou a própria marca e replicou o modelo até virar operação. Em 2026, deixou a gerência para tocar a Estartar em tempo integral.

Gestão Autônoma de Serviços: o conceito que a Belasis usa para combater a ociosidade no setor de beleza

Em um mercado que movimenta US$ 27 bilhões no Brasil, a empresa estrutura uma arquitetura nativa que unifica ERP, CRM e inteligência artificial. A tese: ociosidade e fragmentação tecnológica são os dois maiores vilões da margem dos salões.